quinta-feira, 22 de abril de 2010

ARREPENDIMENTO DE UM JOVEM VICIADO

MAE, PAI Sinto que meu fim está próximo, mas antes quero lhes pedir desculpas.
Aqui nesse leito de hospital abandonado por aqueles que diziam ser meus amigos, quando me ofereceram drogas “motivo da minha desgraça” Eu tinha apenas 16 anos, me entreguei, achava o máximo, Eu era o maioral, dono do mundo! Hoje sou ninguém neste leito definhando e exalando um odor insuportável. Somente meus pais conseguem ficar perto de mim.
Eles junto eles a quem Eu mais fiz sofrer, mais dei desgosto. Pai lembro das nossas brincadeiras e como éramos felizes, Mãe lembro arrependido das noites em que cheguei drogado em casa brigando e te xingando...Perdão Mãe!
Hoje com meus 22 anos de idade graças as drogas, não realizei meus sonhos, estudar, ter minha família, brincar com meus filhos. Ah como eu sonhava muito em ter um filho para jogarmos futebol juntos, brincarmos e ensiná-lo a andar de bicicleta, exatamente igual o Senhor fez Pai.
Estou impossibilitado de fazer isso pois não tenho mais minhas pernas, as perdi em um acidente no qual eu estava completamente drogado.
Pai e Mãe me abrasem, minha respiração estar fraca, meu corpo já não responde aos meu comandos estou morrendo, mas queria dizer a vocês que estou morrendo por que um dia eu apenas experimentei! Talvez seja inútil alertá-los mas quero que saibam que aqui morre mais um
VICIADO!

quarta-feira, 21 de abril de 2010

'' O AMOR DE NADA SERVE, ALEM DE APAGAR AS LUZES DA RAZÃO" (AURELIO, Marcos)